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domingo, 19 de abril de 2020

25 de Abrir- O Abril que nos fez



25 de Abrir

O Abril que nos fez

de Alexandre Honrado; Ilustração:  Maria João Lopes
Há muitos anos, um dia cheio de vontade de mudar as nossas vidas ficou para vir a ser uma memória. 

25 de Abrir o que nos fez ( clica na imagem história em pdf)

SINOPSE 
Plano Nacional de Leitura

Memórias são coisas que ficam do tempo que passa. Coisas que recordamos. Há muitos anos, um dia cheio de vontade de mudar as nossas vidas ficou para vir a ser uma memória. A tua memória. A memória de todos nós. Falo do 25 de Abril do ano de 1974. Foi há muitos anos, mas o que aconteceu continua a ser tão importante, que vale a pena ir à História para contar esta história. Foi o dia de uma Revolução. Mas uma revolução em que as flores foram mais fortes que toda a força do Mundo. Sem este dia não podíamos viver a Liberdade. Nem gritar Viva a Liberdade. Foi um dia de abrir novas memórias.

sábado, 18 de abril de 2020

Mamã Maravilha

Mamã Maravilha

de Orianne Lallemand 


É um livro que retrata bem o dia-a-dia de uma mãe, as ilustrações são deliciosas. É um livro sobre afetos...


Mamã maravilha (clica na imagem história em powerpoint)
SINOPSE 
Na mesma colecção dos livros infantis Beijinhos, Beijinhos e Gosto de Ti, que têm registado um bom acolhimento junto das crianças e dos pais, Mamã Maravilha vem apresentar aos leitores de palmo e meio como podem ser descritas as mães, de acordo com o seu estado de espírito. Uma pequena criança, que assume o papel de narrador nesta breve história define os vários tipos de mães: mamã ternura, mamã flor, mamã maravilha, mamã aborrecimento, mamã surpresa, mamã guloseima, entre outras. Mais um livro encantador cartonado e almofadado que desta vez fará as maravilhas não só das crianças como certamente das suas mães.

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Frases de Luis Sepúlveda - Amizade

Frases de Luís Sepúlveda - Amizade

do livro " História de um gato e de um rato que se tornaram amigos"



Amizade/ Luís Sepúlveda
Amizade/ Luís Sepúlveda
Amizade/ Luís Sepúlveda
Amizade/ Luís Sepúlveda
Amizade/ Luís Sepúlveda










Luis Sepúlveda

Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, a 4 de outubro de 1949 e morreu a 16 de abril de 2020 em Oviedo, Espanha. O seu pai era militante do Partido Comunista e proprietário de um restaurante. A mãe era enfermeira e tinha origens mapuche. Cresceu no bairro San Miguel de Santiago e estudou no Instituto Nacional, onde começou a escrever por influência de uma professora de História.
Aos 15 anos ingressou na Juventude Comunista do Chile, da qual foi expulso em 1968. Depois disso, militou no Exército de Libertação Nacional do Partido Socialista. Após os estudos secundários, ingressou na Escola de Teatro da Universidade de Chile, da qual chegou a ser diretor. Anos mais tarde, licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha.
Da sua vasta obra – toda ela traduzida em Portugal –, destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas todos os seus livros conquistaram em todo o mundo a admiração de milhões de leitores.
Em 2016, recebeu o Prémio Eduardo Lourenço – que visa galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cooperação e da cultura ibérica –, uma honra de definiu como «uma emoção muito especial».
Para além de romancista, foi realizador, roteirista, jornalista e ativista político. Em 1970 venceu o Prémio Casa das Américas pelo seu primeiro livro, Crónicas de Pedro Nadie, e também uma bolsa de estudo de cinco anos na Universidade Lomonosov de Moscovo. No entanto, só ficaria cinco meses na capital soviética, uma vez que foi expulso da universidade por “atentado à moral proletária”. Membro ativo da Unidade Popular chilena nos anos 70, teve de abandonar o país após o golpe militar de Augusto Pinochet. Viajou e trabalhou no Brasil, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Peru. Viveu no Equador entre os índios Shuar, participando numa missão de estudo da UNESCO. Em 1979 alistou-se nas fileiras sandinistas, na Brigada Internacional Simon Bolívar, que lutava contra a ditadura de Anastácio Somoza. Depois da vitória da revolução sandinista, trabalhou como repórter.
Em 1982 rumou a Hamburgo, movido pela sua paixão pela literatura alemã. Nos 14 anos em que lá viveu, alinhou no movimento ecologista e, enquanto correspondente da Greenpeace, atravessou os mares do mundo, entre 1983 e 1988. Em 1997, instalou-se em Gijón, em Espanha, na companhia da mulher, a poetisa Carmen Yáñez. Nesta cidade fundou e dirigiu o Salão do Livro Ibero-americano, destinado a promover o encontro de escritores, editores e livreiros latino-americanos com os seus homólogos europeus.
Luís Sepúlveda vendeu mais de 18 milhões de exemplares em todo o mundo e as suas obras estão traduzidas em mais de 60 idiomas.

Eu e a minha Mamã

de Alison Ritchie; Ilustração:  Alison Edgson

Este livro é um regalo. As imagens são de uma beleza extraordinária, a história é simples e bonita.

Eu e a minha Mamã - (Clica na imagem história em powerpoint)

Sinopse

A Mamã do Urso Bebé é esperta e habilidosa! Sabe fazer tudo: rugir, patinar e nadar como um peixe, e nem sequer tem medo do escuro...

- Um presente perfeito para o Dia da Mãe
- Livro que celebra a ligação especial entre mães e filhos.



quarta-feira, 15 de abril de 2020

A Flor de Abril

A Flor de Abril

Uma história da revolução dos cravos

de Pedro Olavo Simões 

SINOPSE 
A Flor de Abril conta às crianças o que o 25 de Abril foi, fazendo-o. Sem maneirismos nem condescendência, um pai, pintor, busca na memória as respostas à curiosidade do filho, que viu um cravo desenhado sobre o cano de uma espingarda. Com a simplicidade dessa conversa a dois, vemos como Portugal despontou para a liberdade numa madrugada de 1974. Percebemos que país era esse - isolado, amordaçado e mergulhado num conflito que se eternizava. Entendemos que a ânsia de libertação transbordava largamente o universo dos militares que saíram à rua no 25 de Abril. E compreendemos a necessidade de acarinhar valores tão difíceis de conquistar e que, por hoje fazerem parte das nossas rotinas, julgamos serem naturais e isentos de perigo.
Resumo do livro
(O powerpoint contém só as imagens, quando contei a história tirei o texto e adaptei a história a várias idades desde a pré ao primeiro ciclo)
(Texto do livro)

Quando saía da escola, o João ia à oficina do pai que pintava quadros.
O João, quando entrava lá, ficava feliz porque havia muitos mistérios.
O pai de João, certo dia, pintou um quadro diferente.
Era uma espingarda com uma enorme flor vermelha muito viva.
Era o cravo da história da nossa liberdade, do 25 de Abril, do dia que nasceu em Portugal.
O pai do João começou a falar dos tempos de antigamente, quando o nosso país era diferente.
Nessa altura, se as pessoas não gostavam do governo, tinham de ficar caladas. Muitos pessoas não gostavam e, por isso, eram presos.
Dizem que em Portugal e em Espanha, as ditaduras duraram muito tempo.
O pai do João fazia gestos largos e abraçava o ar como se estivesse a agarrar o mundo. Portugal era, cada vez mais, um país atrasado e triste.

O pai do João ficou algum tempo calado e triste, de olhos postos no quadro.

Tínhamos uma guerra nas colónias que hoje são países onde se fala português, Angola, Moçambique, cabo verde, Guiné-Bissau, e são Tomé e príncipe. Os povos de África queriam mandar nas terras que já tinham sido dos pais, dos avós, dos pais dos avós.

Em 1974 os portugueses viviam ainda na mais longa ditadura que durava quase há cinquenta anos. 

No dia 25 de Abril de 1974 deu-se a ”Revolução dos Cravos”. Salgueiro Maia foi o grande herói do 25 de Abril. As tropas devolveram Portugal a todos os portugueses.

O pai do João foi a um armário e tirou de lá uma revista, muito velhinha, com as folhas um pouco amarelas. Quando a abriu estava cheia de fotografias a preto e branco, como a televisão daqueles tempos. 

Para se fazer uma revolução, tem de haver muita gente do mesmo lado. O 25 de Abril tinha sido só um golpe do estado. Os militares tomaram o quartel do Carmo sem que um só tiro fosse disparado. Marcelo Caetano soube que não mandava mais, rendeu-se e entregou o poder a um general chamado António de Spínola, que veio a ser presidente da república.

No 25 de Abril, o país acordou para uma vida diferente. A liberdade era uma coisa nova, as pessoas tiveram de se habituar a ela devagarinho.

Essa é a maior lição do 25 de Abril. “Um dia, também tu vais ter o poder de decidir com o teu voto, o que queres para o nosso país.
Disse o pai ao João. E acrescentou: “Se não o fizeres, os outros vão decidir por ti e quando os outros decidem por nós, não somos livres”.

Resumo do livro 
 “A flor de Abril - uma história da revolução dos cravos” 
de Pedro Olavo Simões.

terça-feira, 14 de abril de 2020

O Gato Gatão Poeta de Profissão

O Gato Gatão Poeta de Profissão
de Graça Breia; Ilustração:  Raquel Pinheiro 

A história do Gato Gatão Poeta de Profissão dá-nos a conhecer a vida de um Gato. 

Gato gatão Poeta de Profissão- (clica na imagem história em powerpoint)

SINOPSE 
Plano Nacional de Leitura

A história do Gato Gatão Poeta de Profissão dá-nos a conhecer a vida de um Gato.

De uma maneira alegre e bem-disposta em que as palavras também brincam, este gato poeta apresenta-nos a sua companheira e descreve-nos a sua aldeia onde é feliz e onde encontra motivos de inspiração para a sua poesia. Dirigido ao público infantil, este livro permite incursões em várias áreas curriculares e integra um DVD acessível a crianças com necessidades educativas especiais.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Cavaleiro da Dinamarca

O Cavaleiro da Dinamarca

de Sophia de Mello Breyner Andresen


Uma história interessante sobre a peregrinação e o Natal. Uma história simples e muito bonita.


Cavaleiro da Dinamarca (clica na imagem - descarregar em PDF)


SINOPSE 
Plano Nacional de Leitura

O Cavaleiro da Dinamarca
No regresso de uma longa peregrinação à Palestina, o Cavaleiro tem apenas um desejo: voltar a casa a tempo de celebrar o Natal com a sua família.

Nessa viagem, maravilha-se com as cidades de Veneza e Florença, e ouve histórias espantosas sobre pintores, poetas e navegadores. São muitas as dificuldades com que se depara, mas uma força inabalável parece ajudá-lo a passar essa noite tão especial com aqueles que mais ama…